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Traças em diferentes culturas: sintomas

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Este artigo reúne fichas históricas da ManejeBem sobre traças em diferentes culturas. Os sintomas ajudam a organizar a observação, mas a identificação depende da cultura e das condições locais.

Sinais descritos nas fichas originais

Traça das crucíferas

Agente indicado na ficha: Plutella xylostella

As larvas novas raspam a face inferior das folhas e podem causar minas nas folhas. As larvas se alimenta de toda a folha. Hastes, inflorescências e pontos de crescimento e frutos também podem ser atacados. Em cabeças de repolho, provoca furos. Tornam as folhas impróprias para o consumo. Para o controle da praga, além de realizar os manejos culturais, você pode aplicar uma calda alternativa. Veja o vídeo a seguir e aprenda a preparar. Clique AQUI para acessar a receita completa.

Fonte citada na ficha original

Traça-dos-cereais

Agente indicado na ficha: Sitotroga cerealella

A princípio não apresenta sintomas visíveis no grão. As larvas penetram no grão e alimentam-se do interior deles. Durante a pupação a larva constrói uma câmara rente ao revestimento da semente, formando uma área translúcida. É uma praga que ataca grãos inteiros, reduzindo o peso e a qualidade dos mesmos.

Fonte citada na ficha original

Traça-do-tomateiro

Agente indicado na ficha: Tuta absoluta

Os danos são causados pelas larvas, que formam minas nas folhas e se alimentam no interior destas. Formam minas transparentes também nos caules e galerias nos frutos. Provoca queda na capacidade de produção da planta e redução da qualidade dos frutos atacados. Secamento e destruição das folhas até a morte da planta. Ataca toda a planta em qualquer estágio de desenvolvimento.

Fonte citada na ficha original

Picture of Juliane Lemos Mendes Blainski

Juliane Lemos Mendes Blainski

CEO e cofundadora - Biologia - Doutora em Biotecnologia - Diretora · ACATE Agro

Bióloga, especialista em Biotecnologia aplicada à Agroindústria pela UFPR, mestre em Agronomia pela Unioeste e doutora em Biotecnologia e Biociências pela UFSC. Depois de anos desenvolvendo produtos naturais para controle de doenças de plantas, especializou-se em empreendedorismo para startups e atua como diretora da Vertical Agronegócios da Associação Catarinense de Tecnologia.

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