O oídio do morangueiro pode afetar folhas, flores e frutos. A ManejeBem desenvolve esta ficha separadamente do oídio das cucurbitáceas, pois o hospedeiro e a identificação do patógeno são diferentes.
Oídio do morangueiro: sintomas e controle biológico
Como interpretar o nome da ficha
O registro histórico cita Sphaerotheca macularis. Referências técnicas atuais de extensão para o morangueiro apresentam o agente como Podosphaera aphanis. Ao pesquisar a doença, considere a cultura junto ao nome científico, evitando transferir orientações de outros oídios para o morango apenas porque os sintomas parecem semelhantes.
Sinais nas folhas e nos frutos
Podem surgir colônias brancas na face inferior das folhas, enrolamento das bordas e manchas avermelhadas ou arroxeadas. Flores infectadas podem originar frutos deformados ou não formar frutos. Em frutos jovens, a infecção pode levar ao endurecimento e à secagem. Observe também a parte inferior das folhas, onde os primeiros sinais podem passar despercebidos em uma inspeção superficial.
Por que acompanhar mudas e ambiente
O patógeno pode chegar ao cultivo com material de plantio e se dispersar por esporos transportados pelo vento. Umidade relativa elevada pode favorecer a infecção mesmo com a superfície da folha seca. Avalie a condição das mudas e mantenha inspeções regulares. O aparecimento de sintomas deve ser registrado por setor e por órgão da planta, para orientar a avaliação técnica.
Quando considerar produtos biológicos
A ficha antiga cita Bacillus subtilis e Serenade, e referências de extensão discutem formulações biológicas no manejo de oídios. No Brasil, a escolha precisa considerar o produto registrado, sua bula e o alvo proposto. Acompanhamento precoce e cobertura adequada, quando prevista na bula, são pontos a avaliar. Não use a indicação de um produto estrangeiro como receita para a lavoura.
Para entender o agente citado no acervo, leia Bacillus subtilis na agricultura.



