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Calda bordalesa: preparo e culturas do acervo

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A ManejeBem preserva nesta ficha histórica os dados de Calda bordalesa: preparo e culturas do acervo presentes no acervo original. As informações abaixo correspondem aos registros da época.

Calda bordalesa: preparo e culturas do acervo: ficha histórica do acervo

Parte 1 — Fungos e bactérias – Calda Bordalesa

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Fungos e bactérias – Calda Bordalesa

Descrição na ficha original

Calda Bordalesa

Ingredientes transcritos

100 g de sulfato de cobre;

100 g de cal virgem;

20 litros de água.

Preparo descrito no registro

Em um recipiente, dissolva 100 g de sulfato de cobre em 10 litros de água. A dissolução pode ser facilitada utilizando um pouco de água quente ou deixando o sulfato, por 24 horas, em um saquinho suspenso, bem próximo da água.Em outro vasilhame, misturar a cal virgem com água. Para tanto, coloque 5 litros de água, vagarosamente, sobre os 100 g de cal virgem, até obter uma pasta consistente. Posteriormente, adicione mais 5 litros de água para a obtenção do “leite de cal”. Coloque o sulfato de cobre junto com o leite de cal e misturebem.

Sempre coloque o sulfato sobre a cal e nunca o contrário. Para medir a acidez, pegue uma faca de aço (não inox) e mergulhe a parte da lâmina durante 3 minutos nessa mistura. Não escurecendo, a calda estará pronta. Caso contrário, adicione mais cal virgem. Quando pronta, tem validade de três dias, devendo para isso colocar uma colher de açúcar antes de pulverizar.

Aplicação descrita no registro

A calda bordalesa deve ser aplicada no início da doença e sempre no final do dia. No verão, em plantas novas, deve ser usada a metade da quantidade de sulfato de cobre e de cal virgem para o mesmo volume de água, ou seja, em concentração 50% menor.

Cuidados registrados

Não pulverizar entre as 10 horas da manhã e 14 horas da tarde; Respeitar o período de 7 a 30 dias entre uma aplicação e outra. Em tomate aplique somente quando as plantas tiverem 4 folhas e em batata somente 20 dias após a germinação.

Referência bibliográfica original

MOTTA, I. S. Calda bordalesa utilidades e preparos. https://www.embrapa.br

UNESP. Controle fitossanitário com produtos alternativos. www.fca.unesp.br

Parte 2 — Míldio e Oídio em Abacateiro

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Míldio e Oídio em Abacateiro

Descrição na ficha original

O fungos Míldio e Oídio são causadores de danos durante o cultivo do abacateiro. O controle destes fungos pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

200g a 400g de sulfato de cobre

200g a 400g de cal virgem

40 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (200g a 400g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 4 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (200g a 400g) em 4 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (4 litros) sobre o leite de cal (4 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 32 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Cuidados registrados

Usar luvas de borracha e camisa de manga comprida quando for manusear a pasta bordalesa. Evitar o contato da calda com a pele e os olhos. Utilizar a calda bordalesa logo após o preparo ou em até 3 dias.

Observações do registro histórico

Em plantas jovens ou em florescimento sugere-se preparar a calda bordalesa com 200g de sulfato de cobre mais 200g de cal virgem (0,5%, concentração da calda). Para plantas adultas preparar a calda bordalesa com 400g de sulfato de cobre mais 400g de cal virgem (1%, concentração da calda). Ou seja, as quantidades (peso) dos ingredientes (sulfato de cobre e cal vigem) utilizados para o preparo da calda pode variar em função da cultura, condição climática, grau de ataque de doenças e fase de desenvolvimento da planta. Convém realizar um teste em algumas plantas antes de realizar a aplicação na lavoura e verificar se não foram provocadas lesões por queimaduras decorrentes da aplicação da calda.

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano.

Referência bibliográfica original

MEIRA, A. L.; LEITE, C. D. MOREIRA, V. R. R. APLICAÇÃO DE CALDA BORDALESA EM FRUTÍFERAS. Fichas Agroecológicas: Tecnologias apropriadas para Agricultura Orgânica. MAPA, Sanidade Vegetal 2. Disponível em: http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sustentabilidade/organicos/fichas-agroecologicas/arquivos-sanidade-vegetal/2-aplicacao-de-calda-bordalesa-em-frutiferas.pdf

Parte 3 — Antracnose, Cercosporiose e Mycosferela em Caqui

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Antracnose, Cercosporiose e Mycosferela em Caqui

Descrição na ficha original

Os fungos que causam as doenças Antracnose, Cercosporiose, e Mycosferela resultam em danos nos cultivos de caqui. O controle destes fungos pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

60g a 100g de sulfato de cobre

300g a 450g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (60g a 100g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (300g a 450g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Observações do registro histórico

Em plantas jovens ou em florescimento sugere-se preparar a calda bordalesa com 60g de sulfato de cobre mais 300g de cal virgem (menor concentração da calda). Para plantas adultas preparar a calda bordalesa com 100g de sulfato de cobre mais 450g de cal virgem (maior concentração da calda). Ou seja, as quantidades (peso) dos ingredientes (sulfato de cobre e cal vigem) utilizados para o preparo da calda pode variar em função da cultura, condição climática, grau de ataque de doenças e fase de desenvolvimento da planta. Convém realizar um teste em algumas plantas antes de realizar a aplicação na lavoura e verificar se não foram provocadas lesões por queimaduras decorrentes da aplicação da calda.

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano.

Parte 4 — Verrugose e Melanose em Citros

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Verrugose e Melanose em Citros

Descrição na ficha original

Os fungos que causam as doenças Verrugose e Melanose resultam em danos nos cultivos de Citros (laranja, tangerina, etc). O controle destes fungos pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

60g a 120g de sulfato de cobre

30g a 60g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (60g a 120g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (30g a 60g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Observações do registro histórico

Em plantas jovens ou em florescimento sugere-se preparar a calda bordalesa com 60g de sulfato de cobre mais 30g de cal virgem (menor concentração da calda). Para plantas adultas preparar a calda bordalesa com 120g de sulfato de cobre mais 60g de cal virgem (maior concentração da calda). Ou seja, as quantidades (peso) dos ingredientes (sulfato de cobre e cal vigem) utilizados para o preparo da calda pode variar em função da cultura, condição climática, grau de ataque de doenças e fase de desenvolvimento da planta. Convém realizar um teste em algumas plantas antes de realizar a aplicação na lavoura e verificar se não foram provocadas lesões por queimaduras decorrentes da aplicação da calda.

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano.

Parte 5 — Antracnose, Ferrugens e Podridões em Figueira

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Antracnose, Ferrugens e Podridões em Figueira

Descrição na ficha original

Os fungos que causam podridões, ferrugens e antracnose resultam em danos nos cultivos da figueira. O controle destes fungos pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

80g a 160g de sulfato de cobre

80g a 160g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (80g a 160g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (80g a 160g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Observações do registro histórico

Em plantas jovens ou em florescimento sugere-se preparar a calda bordalesa com 80g de sulfato de cobre mais 80g de cal virgem (menor concentração da calda). Para plantas adultas preparar a calda bordalesa com 160g de sulfato de cobre mais 160g de cal virgem (maior concentração da calda). Ou seja, as quantidades (peso) dos ingredientes (sulfato de cobre e cal vigem) utilizados para o preparo da calda pode variar em função da cultura, condição climática, grau de ataque de doenças e fase de desenvolvimento da planta. Convém realizar um teste em algumas plantas antes de realizar a aplicação na lavoura e verificar se não foram provocadas lesões por queimaduras decorrentes da aplicação da calda.

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano.

Parte 6 — Antracnose, Ferrugens e Podridões em Goiabeira

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Antracnose, Ferrugens e Podridões em Goiabeira

Descrição na ficha original

Os fungos que causam ferrugem e verrugose resultam em danos nos cultivos da goiabeira. O controle destes fungos pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

60g a 120g de sulfato de cobre

60g a 120g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (60g a 120g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (60g a 120g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Observações do registro histórico

Em plantas jovens ou em florescimento sugere-se preparar a calda bordalesa com 60g de sulfato de cobre mais 60g de cal virgem (menor concentração da calda). Para plantas adultas preparar a calda bordalesa com 120g de sulfato de cobre mais 120g de cal virgem (maior concentração da calda). Ou seja, as quantidades (peso) dos ingredientes (sulfato de cobre e cal vigem) utilizados para o preparo da calda pode variar em função da cultura, condição climática, grau de ataque de doenças e fase de desenvolvimento da planta. Convém realizar um teste em algumas plantas antes de realizar a aplicação na lavoura e verificar se não foram provocadas lesões por queimaduras decorrentes da aplicação da calda.

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano.

Parte 7 — Manchas Foliares da Macadâmia

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Manchas Foliares da Macadâmia

Descrição na ficha original

Os fungos e bactérias que causam manchas foliares resultam em danos nos cultivos da macadâmia. O controle destes fungos pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

100g a 200g de sulfato de cobre

100g a 200g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (100g a 200g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (100g a 200g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Observações do registro histórico

Em plantas jovens ou em florescimento sugere-se preparar a calda bordalesa com 100g de sulfato de cobre mais 100g de cal virgem (menor concentração da calda). Para plantas adultas preparar a calda bordalesa com 200g de sulfato de cobre mais 200g de cal virgem (maior concentração da calda). Ou seja, as quantidades (peso) dos ingredientes (sulfato de cobre e cal vigem) utilizados para o preparo da calda pode variar em função da cultura, condição climática, grau de ataque de doenças e fase de desenvolvimento da planta. Convém realizar um teste em algumas plantas antes de realizar a aplicação na lavoura e verificar se não foram provocadas lesões por queimaduras decorrentes da aplicação da calda.

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano.

Parte 8 — Antracnose da Mangueira

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Antracnose da Mangueira

Descrição na ficha original

Os fungos que causam a doença antracnose resultam em danos nos cultivos da mangueira. O controle destes fungos pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

100g a 200g de sulfato de cobre

100g a 200g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 9 — Bacteriose e Verrugose do Maracujazeiro

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Bacteriose e Verrugose do Maracujazeiro

Descrição na ficha original

A Verrugose e a Bacteriose podem ocasionar danos durante o cultivo do maracujazeiro. O controle de bactérias e fungos pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

40g a 80g de sulfato de cobre

40g a 80g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (40g a 80g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (40g a 80g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Observações do registro histórico

Em plantas jovens ou em florescimento sugere-se preparar a calda bordalesa com 40g de sulfato de cobre mais 40g de cal virgem (menor concentração da calda). Para plantas adultas preparar a calda bordalesa com 80g de sulfato de cobre mais 80g de cal virgem (maior concentração da calda). Ou seja, as quantidades (peso) dos ingredientes (sulfato de cobre e cal vigem) utilizados para o preparo da calda pode variar em função da cultura, condição climática, grau de ataque de doenças e fase de desenvolvimento da planta. Convém realizar um teste em algumas plantas antes de realizar a aplicação na lavoura e verificar se não foram provocadas lesões por queimaduras decorrentes da aplicação da calda.

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano.

Parte 10 — Manchas Foliares e Entomosporiose da Nespereira

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Manchas Foliares e Entomosporiose da Nespereira

Descrição na ficha original

O controle de manchas foliares e da Entomosporiose da nespereira pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

80g a 160g de sulfato de cobre

80g a 160g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 11 — Entomosporiose, Sarna e Podridões da Pereira

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Entomosporiose, Sarna e Podridões da Pereira

Descrição na ficha original

O controle de manchas foliares, sarna e Entomosporiose da pereira pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

40g a 80g de sulfato de cobre

80g a 160g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (40g a 80g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (80g a 160g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Observações do registro histórico

Em plantas jovens ou em florescimento sugere-se preparar a calda bordalesa com 40g de sulfato de cobre mais 80g de cal virgem (menor concentração da calda). Para plantas adultas preparar a calda bordalesa com 80g de sulfato de cobre mais 160g de cal virgem (maior concentração da calda). Ou seja, as quantidades (peso) dos ingredientes (sulfato de cobre e cal vigem) utilizados para o preparo da calda pode variar em função da cultura, condição climática, grau de ataque de doenças e fase de desenvolvimento da planta. Convém realizar um teste em algumas plantas antes de realizar a aplicação na lavoura e verificar se não foram provocadas lesões por queimaduras decorrentes da aplicação da calda.

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano.

Parte 12 — Míldio e Podridões na Videira (uva Itália)

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Míldio e Podridões na Videira (uva Itália)

Descrição na ficha original

O controle de podridões e do Míldio na videira pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

60g a 120g de sulfato de cobre

30g a 60g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Observações do registro histórico

Em plantas jovens ou em florescimento sugere-se preparar a calda bordalesa com 60g de sulfato de cobre mais 30g de cal virgem (menor concentração da calda). Para plantas adultas preparar a calda bordalesa com 120g de sulfato de cobre mais 60g de cal virgem (maior concentração da calda). Ou seja, as quantidades (peso) dos ingredientes (sulfato de cobre e cal vigem) utilizados para o preparo da calda pode variar em função da cultura, condição climática, grau de ataque de doenças e fase de desenvolvimento da planta. Convém realizar um teste em algumas plantas antes de realizar a aplicação na lavoura e verificar se não foram provocadas lesões por queimaduras decorrentes da aplicação da calda. Algumas pesquisas observaram sintomas de toxidez em plantas de videira quando aplicadas doses de 0,8% de calda bordalesa.

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano.

Parte 13 — Míldio e Manchas na Videira (uva Niágara)

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Míldio e Manchas na Videira (uva Niágara)

Descrição na ficha original

O controle de manchas e do Míldio na videira pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

100g a 120g de sulfato de cobre

80g a 160g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (100g a 120g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (80g a 160g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Observações do registro histórico

Em plantas jovens ou em florescimento sugere-se preparar a calda bordalesa com 100g de sulfato de cobre mais 80g de cal virgem (menor concentração da calda). Para plantas adultas preparar a calda bordalesa com 120g de sulfato de cobre mais 160g de cal virgem (maior concentração da calda). Ou seja, as quantidades (peso) dos ingredientes (sulfato de cobre e cal vigem) utilizados para o preparo da calda pode variar em função da cultura, condição climática, grau de ataque de doenças e fase de desenvolvimento da planta. Convém realizar um teste em algumas plantas antes de realizar a aplicação na lavoura e verificar se não foram provocadas lesões por queimaduras decorrentes da aplicação da calda. Algumas pesquisas observaram sintomas de toxidez em plantas de videira quando aplicadas doses de 0,8% de calda bordalesa.

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano.

Parte 14 — Míldio na Abobrinha

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Míldio na Abobrinha

Descrição na ficha original

O Míldio é um fungo que causa danos nos cultivos de abobrinha. O controle deste fungo pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

60g de sulfato de cobre

60g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (60g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (60g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Observações do registro histórico

Convém realizar um teste em algumas plantas antes de realizar a aplicação na lavoura e verificar se não foram provocadas lesões por queimaduras decorrentes da aplicação da calda.

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano.

Referência bibliográfica original

MEIRA, A. L.; LEITE, C. D. APLICAÇÃO DA CALDA BORDALESA EM HORTALIÇAS. Fichas Agroecológicas: Tecnologias apropriadas para Agricultura Orgânica. MAPA, Sanidade Vegetal 3. Disponível em: http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sustentabilidade/organicos/fichas-agroecologicas/arquivos-sanidade-vegetal/3-aplicacao-de-calda-bordalesa-em-hortalicas.pdf

Parte 15 — Manchas Foliares na Abobrinha

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Manchas Foliares na Abobrinha

Descrição na ficha original

Fungos e bactérias são causadores de manchas foliares durante o cultivo da abobrinha. O controle destes patógenos pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

100g de sulfato de cobre

100g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (100g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (100g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 16 — Míldio em Alface e Chicória

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Míldio em Alface e Chicória

Descrição na ficha original

O Míldio é um fungo que causa de danos durante os cultivos de alface e chicória. O controle deste patógeno pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

50g de sulfato de cobre

50g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (50g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (50g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 17 — Podridão-de-Sclerotinia em Alface e Chicória

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Podridão-de-Sclerotinia em Alface e Chicória

Descrição na ficha original

A Podridão-de-Sclerotinia é causada por um fungo que afeta os cultivos de alface e chicória. O controle deste patógeno pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

100g de sulfato de cobre

100g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 18 — Manchas Foliares em Alho e Cebola

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Manchas Foliares em Alho e Cebola

Descrição na ficha original

Fungos e bactérias são causadores de manchas foliares durante os cultivos de alho e cebola. O controle destes patógenos pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

200g de sulfato de cobre

200g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (200g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (200g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 19 — Mancha Púrpura em Alho e Cebola

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Mancha Púrpura em Alho e Cebola

Descrição na ficha original

O fungo Alternaria porri causa danos (Mancha-púrpura) durante o cultivo de alho e cebola. O controle deste patógeno pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

100g de sulfato de cobre

100g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 20 — Requeima da Batata

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Requeima da Batata

Descrição na ficha original

A Requeima é causada por um fungo que afeta os cultivos de batata. O controle deste patógeno pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

100g de sulfato de cobre

100g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas de 20-30 dias após o início da germinação. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 21 — Pinta-Preta da Batata

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Pinta-Preta da Batata

Ingredientes transcritos

200g de sulfato de cobre

200g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas de 20-30 dias após o início da germinação. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 22 — Míldio em Cucurbitáceas – Melão e Melancia

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Míldio em Cucurbitáceas – Melão e Melancia

Descrição na ficha original

O Míldio é um fungo que causa de danos durante os cultivos de cucurbitáceas. O controle deste patógeno pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

30g de sulfato de cobre

30g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (30g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (30g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias). Não aplique durante a floração.

Parte 23 — Antracnose em Cucurbitáceas

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Antracnose em Cucurbitáceas

Descrição na ficha original

A Antracnose é causada por um fungo que afeta os cultivos de cucurbitáceas. O controle deste patógeno pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

60g de sulfato de cobre

60g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 24 — Micosferela em Morango

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Micosferela em Morango

Descrição na ficha original

A Micosferela é causada por um fungo que afeta os cultivos de morango. O controle deste patógeno pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

50g de sulfato de cobre

50g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 25 — Antracnose em Morango

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Antracnose em Morango

Ingredientes transcritos

100g de sulfato de cobre

100g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 26 — Míldio em Pepino, Couve e Repolho

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Míldio em Pepino, Couve e Repolho

Descrição na ficha original

O Míldio é um fungo que afeta os cultivos de pepino, couve e repolho. O controle deste patógeno pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

50g de sulfato de cobre

50g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 27 — Manchas Foliares no Pepino

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Manchas Foliares no Pepino

Ingredientes transcritos

100g de sulfato de cobre

100g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 28 — Pinta-Preta em Solanáceas

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Pinta-Preta em Solanáceas

Descrição na ficha original

A Pinta-Preta é causada por um fungo que afeta os cultivos de solanáceas. O controle deste patógeno pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

80g de sulfato de cobre

80g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (80g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (80g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 29 — Podridões em Solanáceas

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Podridões em Solanáceas

Descrição na ficha original

As podridões são causadas por fungos e bactérias que afetam os cultivos de solanáceas. O controle destes patógenos pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

160g de sulfato de cobre

160g de cal virgem

20 litros de água

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (160g) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 2 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (160g) em 2 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (2 litros) sobre o leite de cal (2 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 16 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 30 — Pinta-Preta do Tomate

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Pinta-Preta do Tomate

Ingredientes transcritos

100g de sulfato de cobre

100g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas de 20 à 30 dias após o plantio até o início da frutificação. A frequência de aplicação é realizada a cada quinze dias. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 31 — Requeima do Tomate

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Requeima do Tomate

Ingredientes transcritos

100g de sulfato de cobre

100g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas de 20 à 30 dias após o plantio até o início da frutificação. A frequência de aplicação é realizada a cada quinze dias. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 32 — Septoriose do Tomate

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Septoriose do Tomate

Descrição na ficha original

A Septoriose é causada por um fungo que afeta os cultivos de tomate. O controle deste patógeno pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

200g de sulfato de cobre

200g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas de 20 à 30 dias após o plantio até o início da frutificação. A frequência de aplicação é realizada a cada quinze dias. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 33 — Cercosporiose na Beterraba

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Cercosporiose na Beterraba

Descrição na ficha original

A Cercosporiose é causada por um fungo que afeta os cultivos de beterraba. O controle deste fungo pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

100-200g de sulfato de cobre

100-200g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 34 — Alternaria no Chuchu

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Alternaria no Chuchu

Descrição na ficha original

A Alternaria é causada por um fungo que afeta os cultivos de chuchu. O controle deste fungo pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

100g de sulfato de cobre

100g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente sobre os brotos. Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 35 — Alternaria em Couve e Repolho

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Alternaria em Couve e Repolho

Descrição na ficha original

A Alternaria é um fungo que afeta os cultivos de couve e repolho. O controle deste fungo pode ser realizado com o uso da calda bordalesa.

Ingredientes transcritos

100g de sulfato de cobre

100g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas no início da doença. A frequência de aplicação deve ser realizada semanalmente (sobre as mudas). Aplique a calda com temperaturas ambientais amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 36 — Calda Bordalesa no controle do Cancro Cítrico

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Calda Bordalesa no controle do Cancro Cítrico

Descrição na ficha original

Pulverizações da calda bordalesa diminuem efetivamente o ataque de cancro cítrico, podendo ser usadas com eficácia no controle dessa doença, nas concentrações de 0,1 a 0,2% de cobre metálico, não sendo necessárias duas pulverizações consecutivas nos fluxos de brotação, quando usada a concentração de 0,2%.

Ingredientes transcritos

50g de sulfato de cobre

50g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

As pulverizações nas épocas de forte surto de brotação e posteriormente feitas pulverizações, mesmo sem brotações, para proteger os frutos.

Poda Sanitária

Remover e queimar ramos e folhas que apresentassem lesões de cancro cítrico;

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Referência bibliográfica original

MEIRA, A. L.; LEITE, C. D. MOREIRA, V. R. R. APLICAÇÃO DE CALDA BORDALESA EM FRUTÍFERAS. Fichas Agroecológicas: Tecnologias apropriadas para Agricultura Orgânica. MAPA, Sanidade Vegetal 2. Disponível em: http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sustentabilidade/organicos/fichas-agroecologicas/arquivos-sanidade-vegetal/2-aplicacao-de-calda-bordalesa-em-frutiferas.pdf

KOLLER, Otto Carlos et al. Controle químico do cancro cítrico em plantas jovens sob manejo convencional e orgânico. Cienc. Rural [online]. 2006, vol.36, n.4 [cited 2017-06-22], pp.1043-1048. Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84782006000400001&lng=en&nrm=iso>. ISSN 1678-4596. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782006000400001.

THEISEN, S. Incidência de cancro cítrico (Xanthomonas citri pv citri) em pomar de laranjeiras 'Valência' sob concentrações e freqüências de pulverizações cúpricas. 2004. 63f. Dissertação (Mestrado em Fitotecnia) – Programa de Pós-graduação em Fitotecnia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

THEISEN, S. Incidência de cancro cítrico (Xanthomonas citri pv. citri) em pomar de laranjeiras ‘Valência’, com poda sanitária e pulverizações com produtos cúpricos, abamectin e calda sulfocálcica. 2007. Tese (Doutorado em Fruticultura) – Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia, Faculdade de Agronomia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2007.

http://www.agroecologiaemrede.org.br/upload/arquivos/P18_2005-05-20_131838_237.pdf

Parte 37 — Calda Bordalesa no controle da Mancha-de-Graxa do Citros

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Calda Bordalesa no controle da Mancha-de-Graxa do Citros

Descrição na ficha original

A aplicação de calda bordalesa a 0,25%, é uma das formas de controlar a mancha de graxa do citros (também conhecida como Mancha-de-Mycosphaerella e Falsa melanose). Porém, o Controle somente é recomendado quando o desfolhamento começar a causar danos econômicos de produção.

Para saber o momento correto de aplicação da calda, avalie as folhas em fase de amadurecimento. Se a planta estiver com todos os lados com mais de seis ramos afetados, isto indica a necessidade da aplicação da bordalesa.

Ingredientes transcritos

50g de sulfato de cobre

50g de cal virgem

20 litros de água

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Observações do registro histórico

Em plantas jovens ou em florescimento sugere-se preparar a calda bordalesa com 60g de sulfato de cobre mais 30g de cal virgem (menor concentração da calda). Para plantas adultas preparar a calda bordalesa com 120g de sulfato de cobre mais 60g de cal virgem (maior concentração da calda). Ou seja, as quantidades (peso) dos ingredientes (sulfato de cobre e cal vigem) utilizados para o preparo da calda pode variar em função da cultura, condição climática, grau de ataque de doenças e fase de desenvolvimento da planta. Convém realizar um teste em algumas plantas antes de realizar a aplicação na lavoura e verificar se não foram provocadas lesões por queimaduras decorrentes da aplicação da calda.

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano. Produtores orgânicos certificados devem consultar a OCS ou OAC, caso não estiver previsto o uso do sulfato de cobre no plano de manejo orgânico da propriedade para o controle pretendido.

Referência bibliográfica original

MEIRA, A. L.; LEITE, C. D. MOREIRA, V. R. R. APLICAÇÃO DE CALDA BORDALESA EM FRUTÍFERAS. Fichas Agroecológicas: Tecnologias apropriadas para Agricultura Orgânica. MAPA, Sanidade Vegetal 2. Disponível em: http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sustentabilidade/organicos/fichas-agroecologicas/arquivos-sanidade-vegetal/2-aplicacao-de-calda-bordalesa-em-frutiferas.pdf

SANTOS FILHO,H,P.; OLIVEIRA, A.A.R.; HADDAD, F. Controle alternativo das doenças dos citros. – Cruz das Almas: Embrapa Mandioca e Fruticultura BA, 2016.

https://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Citros/CitrosNordeste/doencas.htm

Parte 38 — Calda Bordalesa no controle da Pinta Preta do Citros – Guignardia citricarpa

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Calda Bordalesa no controle da Pinta Preta do Citros – Guignardia citricarpa

Descrição na ficha original

Para o controle químico da pinta preta pode-se utilizar a calda bordalesa (1%).

Ingredientes transcritos

• 1 kg de sulfato de cobre;

• 1 kg de cal virgem;

• 100 litros de água.

Preparo descrito no registro

Utilizar dois recipientes, um para o preparo do sulfato de cobre (a) e outro para o leite de cal (b).

a) Colocar o sulfato de cobre (1 kg) dentro de um saquinho de pano de 4 a 24 horas antes do início do preparo. Amarrar o saquinho na ponta de uma vara e mergulhar em +ou – 10 litros de água fria ou morna.

b) Colocar a cal virgem (1 kg) em 10 litros de água, misturar bem. Cuidado para não queimar a pele com o aquecimento resultante da reação da cal com a água. Antes de misturar os ingredientes, coar o leite de cal em um pano.

Ao misturar os ingredientes, derramar lentamente o sulfato de cobre (10 litros) sobre o leite de cal (10 litros). Não inverter esta ordem e lembrar sempre de pintar o branco com azul. Utilizar uma colher de madeira para misturar o sulfato, a cal e o restante da água (+ou- 80 litros). Verificar a acidez da calda bordalesa (deve estar neutra ou ligeiramente alcalina).

Aplicação descrita no registro

A calda deve ser pulverizada nas folhas das plantas. Aplicar desde a fase vegetativa até a fase de maturação dos frutos, com os intervalos de 10 a 15 dias entre as aplicações. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Observações do registro histórico

A legislação orgânica permite utilizar a quantidade máxima de 6 kg de cobre/ha/ano.

Parte 39 — Estrelinha do Citros – Colletotrichum acutatum

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome do produto Estrelinha do Citros – Colletotrichum acutatum

Descrição na ficha original

Para o controle químico da Estrelinha, também conhecida como Queda dos frutos e Antracnose, pode-se utilizar a calda bordalesa (1%).

Ingredientes transcritos

• 1 kg de sulfato de cobre;

• 1 kg de cal virgem;

• 100 litros de água.

Aplicação descrita no registro

Preferencialmente, realize as pulverizações pela manhã o mais cedo possível. As pulverizações devem ser repetidas quatro vezes: Uma pulverização na queda das pétalas. Outra quando o frutinho estiver do tamanho de um chumbinho. A outra quando o fruto estiver do tamanho de uma bola de gude. A última aplicação deve ocorrer quando o fruto estiver do tamanho de uma bola de pingue-pongue. Aplique a calda com temperaturas amenas (temperaturas nem muito quente e nem muito frias).

Parte 40 — Cobre nas formas de hidróxido, oxicloreto, sulfato, óxido e octanoato e, as diferentes formas de apresentação da calda bordalesa

Identificação registrada

Campo Informação do acervo
Nome da ficha Cobre nas formas de hidróxido, oxicloreto, sulfato, óxido e octanoato e, as diferentes formas de apresentação da calda bordalesa

Condições transcritas do registro histórico

Uso proibido em pós-colheita. Uso como fungicida e para tratamento de madeira. Permitido somente com a autorização do OAC ou da OCS, de forma a minimizar o acúmulo de cobre no solo. Quantidade máxima a ser aplicada: 6 kg de cobre/ha/ano

Fontes citadas no registro

Fonte citada na ficha original

Fonte citada na ficha original

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Caroline Luiz Pimenta

COO e cofundadora - Agronomia - Doutora em Ciências

Agrônoma, mestre e doutora em Ciências pelo programa de Recursos Genéticos Vegetais da UFSC, com pesquisa em controle alternativo de doenças de plantas no Laboratório de Fitopatologia da universidade. Cursa pós-graduação em Liderança e Inovação na FGV. Trabalha na propagação de manejos sustentáveis e na transferência de tecnologia para a agricultura familiar.

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