O oídio das cucurbitáceas pode comprometer folhas de abóbora, pepino, melão e outros cultivos dessa família. Neste artigo, a ManejeBem desenvolve a ficha do acervo que registrava o patógeno como Sphaerotheca fuliginea.
Oídio das cucurbitáceas: identificação e controle biológico
Qual é o patógeno citado no acervo
A referência técnica da Universidade da Califórnia relaciona Sphaerotheca fuliginea ao nome Podosphaera xanthii. Outros fungos também podem causar oídio em cucurbitáceas. Assim, o nome popular da doença não identifica sozinho o agente presente na lavoura. A cultura, a cultivar e a avaliação dos sinais precisam fazer parte do diagnóstico.
Sinais que merecem atenção
Podem surgir manchas amareladas e um crescimento branco, de aspecto pulverulento, nas folhas, nos pecíolos e nos caules. Com o avanço da doença, as folhas podem perder a cor, secar e adquirir aspecto semelhante a papel. Examine diferentes pontos do cultivo e as duas faces das folhas, em vez de avaliar apenas as plantas da bordadura.
O que favorece o acompanhamento precoce
Os esporos podem ser transportados pelo ar. Além disso, o oídio não depende da presença de água livre sobre a folha para infectar, ao contrário de várias outras doenças foliares. Por isso, uma sequência de dias sem chuva não deve levar à suspensão das observações. A escolha de cultivares menos suscetíveis e o monitoramento são componentes do manejo.
Como avaliar o controle biológico
A ficha antiga menciona Bacillus subtilis e Serenade. Referências de extensão descrevem formulações biológicas de Bacillus usadas na prevenção do oídio. Para uma decisão no Brasil, é necessário conferir o produto e o uso autorizado, sem copiar tabelas estrangeiras de aplicação. Registre quando apareceram os primeiros sinais e compare a evolução da doença após cada medida adotada.
Para entender o agente citado no acervo, leia Bacillus subtilis na agricultura.



